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Justiça extingue processo que iria impedir fechamento de hospital

A Justiça extinguiu o processo do Ministério Público que queria impedir o fechamento do Hospital da Mulher em Araçatuba (SP). Com isso, o hospital deve mesmo parar de atender no dia 31 de janeiro do ano que vem. A Justiça disse que cabe ao município tomar as decisões administrativas e não o judiciário.

O fechamento do Hospital da Mulher tem gerado muita discussão desde que a prefeitura anunciou que não poderia mais bancar o hospital. A Direção Regional de Saúde estuda a possibilidade de transferir os atendimentos para cidades vizinhas. Na unidade são feitos, em média, 100 partos por mês.Novo prazo

A prefeitura de Araçatuba tinha anunciado nesta terça-feira (15), que adiou por 30 dias o fechamento do Hospital da Mulher. A data agora é 31 de janeiro de 2016. A administração atendeu a um pedido do Departamento Regional de Saúde (DRS).

O DRS quer que nesse tempo a prefeitura arrume condições de remanejar as pacientes do Hospital da Mulher para um local com atendimento especializado.

Multa
Após três dias do anúncio de fechamento do local, o Ministério Público (MP) entrou com uma ação para que o Hospital da Mulher não feche. A promotoria entendeu que o hospital oferece um serviço essencial para a população e no caso de fechamento, a promotoria também estipulou uma multa de R$ 100 mil.

A Santa Casa afirmou não ter infraestrutura suficiente para receber as pacientes do Hospital da Mulher, pois o local atende apenas casos de alta complexidade, contrário do HM que atende pacientes de baixa complexidade.

Entenda o caso
No começo do mês de dezembro a prefeitura anunciou o fechamento do Hospital da Mulher deAraçatuba. O fechamento do hospital é devido a um problema de dificuldade financeira no hospital, em que a prefeitura não possui verbas para manter o local.

De acordo com a diretoria do hospital, o local vai fechar também por falta de verbas para fazer adequações exigidas pelo Cremesp, o  Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo. Dentre as adequações estão a compra de equipamentos e a contratação de funcionários.

Das cinco salas de cirurgia apenas duas estavam funcionando desde 2011 por falta de equipamentos e por falta de funcionários. Dentre os aparelhos que faltavam está o ultrassom. Por mês, o hospital faz entre 90 a 1 00 partos de gestantes de Araçatuba e também de outras cidades da região.







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